O vídeo fala por si só...
Sinto por não ter visto eles em POA.
Mais informações no site http://www.vocapeople.com.br/
Este blog servirá de "portfólio digital" (webfólio), disponibilizando materiais utilizados e criados em sala de aula e dicas culturais sob coordenação da Artista Plástica e Arte Educadora Greice De Barba. Assim, cria-se um espaço virtual para os alunos ter acesso a conteúdos interessantes, atualizados e de qualidade. Quem quiser ter seu material postado neste espaço, envie para: alunosdagreice@gmail.com
O vídeo fala por si só...
Sinto por não ter visto eles em POA.
Mais informações no site http://www.vocapeople.com.br/






Talento, criatividade, ousadia e uma “modéstia” sem igual. Graduado em Artes Plásticas (UCS/2009), professor de desenho, produtor cinematográfico, músico, compositor, enfim, um ARTEIRO! 
Sobre o autor: Rovian Dal Molin Delgado, estudande de publicidade e propaganda. "Sempre escrevo poemas, frases e histórias; leio livros, não me importo muito com o assunto, pois qualquer tema torna-se interessante com o passar do tempo; ou escuto músicas, que expressam o momento que vivo, essas são as minhas virtudes. Na verdade, eu tinha uns dez anos, quando comecei a escrever, e a brincadeira de criança tornou-se um ofício, uma profissão.Para aqueles que pediram, eis o vídeo que passei na última aula. Uma montagem muito bem feita mostrando as mudanças e semelhanças existentes na representação da figura feminina nas obras de arte dos últimos 500 anos.
Para quem ainda não sabia, eis a explicação do adesivo no meu notebook. Trata-se de uma homenagem/publicidade a uma das minhas bandas favoritas.

Boa noite, tchurma...
Eu gostaria de agradecer a todos os alunos que compareceram no Shopping Iguatemi nesta tarde tããão fria para participar da apresentação do Projeto de Resgate Cultural/Familiar que estou coordenando em 4 turmas de 8ª série em duas escolas de Caxias do Sul.
Desde o começo todos levaram o trabalho muito a sério e na apresentação não foi diferente. Não que eu duvidasse, mas me surpreendi com a atuação de vocês.
Parabéns!!!
A ideia foi lançada.... já estou fazendo novos planos para o próximo semestre, aprimorando o trabalho já iniciado. Quem topa?
Agradecimentos: Douglas Trancoso (fotógrafo e músico) e Giovana Mazzochi (artista plástica e fotógrafa), grandes amigos desde a faculdade e que abraçaram a proposta do nosso trabalho, colaborando com o registro da apresentação.
Em breve postarei aqui as fotos e filmagens feitas por eles.
Eis que surge uma solução...
Fazer aviões de papel!! Mas não qualquer avião...
(Clique na imagem e acesse o tutorial para produzir este avião)
Eu sei, demorou...
Mas FINALMENTE comecei a postar os vídeos que prometi!!!
Espero que gostem do resultado.
T.81
T.82
T.83
Festa Junina = Bandeirinhas = Volpi
"Sem horas e sem dores
Fernando Anitelli
"Sonho parece verdade
Quando a gente esquece de acordar
E o dia parece metade
Quando a gente acorda e esquece de levantar"
Anitelli passando bem pertinho durante "Zazulejo"
Para quem não entende a letra, eu explico...
A platéia foi dividia em: "ômovedô" e "carejangrejo"
E depois do show...
Eu e Rober Tosta
Eu e Willians Marques
E aqui uma das minhas canções preferidas do TM.
"PENA"
Só quem conhece a beleza da arte sabe como é frustrante e "indignante" ver o descaso com a cultura.
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E aqui mais uma lista das TOP MAIS do Teatro Mágico. Percebam que muitos dos vídeos a seguir foram feitos por pessoas que assim como eu, se presentearam ao assistir o show do TM, gravaram e baixaram no youtube.
Basta clicar no nome para assistir o clipe direto no youtube.
"Tem horas que a gente se pergunta
Por que é que não se junta tudo numa coisa só?"
"Os opostos se Distraem
Os Dispostos se Atraem"
"Nem toda palavra éAquilo que o dicionário diz
Nem todo pedaço de pedra
Se parece com tijolo ou com pedra de giz"
"Lá se dorme um Sol em mim menor"
"Eu sinto que sei que sou um tanto bem maior"
"Sem horas e sem dores"
"todo sujeito é livre para conjugar o verbo que quiser
todo verbo é livre para ser direto e indireto
nenhum predicado será prejudicado
nem tampouco a vírgula, nem a crase nem a frase e ponto final!"
"De ontem em diante serei o que sou no instante agora
Onde ontem, hoje e amanhã são a mesma coisa
Sem a idéia ilusória de que o dia, a noite e a madrugada são coisas distintas
Separadas pelo canto de um galo velho"
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E para quem gostou, eis o site para conhecer e acompanhar a trupe.



DefiniçãoA body art, ou arte do corpo, designa uma vertente da arte contemporânea que toma o corpo como meio de expressão e/ou matéria para a realização dos trabalhos, associando-se freqüentemente a happenings e performances. Não se trata de produzir novas representações sobre o corpo – encontráveis no decorrer de toda a história da arte -, mas de tomar o corpo como suporte para realizar intervenções, de modo geral, associadas à violência, à dor e ao esforço físico.
Pode ser citado, por exemplo, entre muitos outros, o Rubbing Piece, 1970, encenado em Nova York, por Vito Acconci (1940), em que o artista esfrega o próprio braço até produzir uma ferida. O sangue, o suor, o esperma, a saliva e outros fluidos corpóreos mobilizados nos trabalhos interpelam a materialidade do corpo, que se apresenta como suporte para cenas e gestos que tomam por vezes a forma de rituais e sacrifícios. Tatuagens, ferimentos, atos repetidos, deformações, escarificações, travestimentos são feitos ora em local privado (e divulgados por meio de filmes ou fotografias), ora em público, o que indica o caráter freqüentemente teatral da arte do corpo. Bruce Nauman (1941) exprime o espírito motivador dos trabalhos, quando afirma, em 1970:
“Quero usar o meu corpo como material e manipulá-lo”
As experiências realizadas pela body art devem ser compreendidas como uma vertente da arte contemporânea em oposição a um mercado internacionalizado e técnico e também relacionado a novos atores sociais (negros, mulheres, homossexuais e outros). A partir da década de 1960, sobretudo com o advento da arte pop e do minimalismo, são muito questionados os enquadramentos sociais e artísticos da arte moderna, tornando-se impossível, desde então, pensar a arte apenas com categorias como pintura ou escultura. As novas orientações artísticas, apesar de distintas, partilham um espírito comum: são, cada qual a seu modo, tentativas de dirigir a arte às coisas do mundo, à natureza, à realidade urbana e ao mundo da tecnologia. As obras articulam diferentes linguagens – dança, música, pintura, teatro, escultura, literatura etc. -, desafiando as classificações habituais, colocando em questão o caráter das representações artísticas e a própria definição de arte. As relações entre arte e vida cotidiana, o rompimento das barreiras entre arte e não-arte, e a importância decisiva do espectador como parte integrante do trabalho constituem pontos centrais para parte considerável das vertentes contemporâneas: arte ambiente, arte pública, arte processual, arte conceitual, earthwork, etc.
A body art filia-se a uma subjetividade romântica, que coloca o acento no artista: sua personalidade, biografia e ato criador. Retoma também as experiências pioneiras dos surrealistas e dadaístas de uso do corpo do artista como matéria da obra. Reedita ainda certas práticas utilizadas por sociedades “primitivas”, como pinturas corporais, tatuagens e inscrições diversas sobre o corpo.