Bjs da prof!
Este blog servirá de "portfólio digital" (webfólio), disponibilizando materiais utilizados e criados em sala de aula e dicas culturais sob coordenação da Artista Plástica e Arte Educadora Greice De Barba. Assim, cria-se um espaço virtual para os alunos ter acesso a conteúdos interessantes, atualizados e de qualidade. Quem quiser ter seu material postado neste espaço, envie para: alunosdagreice@gmail.com
Para quem ainda não sabia, eis a explicação do adesivo no meu notebook. Trata-se de uma homenagem/publicidade a uma das minhas bandas favoritas.

Boa noite, tchurma...
Eu gostaria de agradecer a todos os alunos que compareceram no Shopping Iguatemi nesta tarde tããão fria para participar da apresentação do Projeto de Resgate Cultural/Familiar que estou coordenando em 4 turmas de 8ª série em duas escolas de Caxias do Sul.
Desde o começo todos levaram o trabalho muito a sério e na apresentação não foi diferente. Não que eu duvidasse, mas me surpreendi com a atuação de vocês.
Parabéns!!!
A ideia foi lançada.... já estou fazendo novos planos para o próximo semestre, aprimorando o trabalho já iniciado. Quem topa?
Agradecimentos: Douglas Trancoso (fotógrafo e músico) e Giovana Mazzochi (artista plástica e fotógrafa), grandes amigos desde a faculdade e que abraçaram a proposta do nosso trabalho, colaborando com o registro da apresentação.
Em breve postarei aqui as fotos e filmagens feitas por eles.
Eis que surge uma solução...
Fazer aviões de papel!! Mas não qualquer avião...
(Clique na imagem e acesse o tutorial para produzir este avião)
DefiniçãoA body art, ou arte do corpo, designa uma vertente da arte contemporânea que toma o corpo como meio de expressão e/ou matéria para a realização dos trabalhos, associando-se freqüentemente a happenings e performances. Não se trata de produzir novas representações sobre o corpo – encontráveis no decorrer de toda a história da arte -, mas de tomar o corpo como suporte para realizar intervenções, de modo geral, associadas à violência, à dor e ao esforço físico.
Pode ser citado, por exemplo, entre muitos outros, o Rubbing Piece, 1970, encenado em Nova York, por Vito Acconci (1940), em que o artista esfrega o próprio braço até produzir uma ferida. O sangue, o suor, o esperma, a saliva e outros fluidos corpóreos mobilizados nos trabalhos interpelam a materialidade do corpo, que se apresenta como suporte para cenas e gestos que tomam por vezes a forma de rituais e sacrifícios. Tatuagens, ferimentos, atos repetidos, deformações, escarificações, travestimentos são feitos ora em local privado (e divulgados por meio de filmes ou fotografias), ora em público, o que indica o caráter freqüentemente teatral da arte do corpo. Bruce Nauman (1941) exprime o espírito motivador dos trabalhos, quando afirma, em 1970:
“Quero usar o meu corpo como material e manipulá-lo”
As experiências realizadas pela body art devem ser compreendidas como uma vertente da arte contemporânea em oposição a um mercado internacionalizado e técnico e também relacionado a novos atores sociais (negros, mulheres, homossexuais e outros). A partir da década de 1960, sobretudo com o advento da arte pop e do minimalismo, são muito questionados os enquadramentos sociais e artísticos da arte moderna, tornando-se impossível, desde então, pensar a arte apenas com categorias como pintura ou escultura. As novas orientações artísticas, apesar de distintas, partilham um espírito comum: são, cada qual a seu modo, tentativas de dirigir a arte às coisas do mundo, à natureza, à realidade urbana e ao mundo da tecnologia. As obras articulam diferentes linguagens – dança, música, pintura, teatro, escultura, literatura etc. -, desafiando as classificações habituais, colocando em questão o caráter das representações artísticas e a própria definição de arte. As relações entre arte e vida cotidiana, o rompimento das barreiras entre arte e não-arte, e a importância decisiva do espectador como parte integrante do trabalho constituem pontos centrais para parte considerável das vertentes contemporâneas: arte ambiente, arte pública, arte processual, arte conceitual, earthwork, etc.
A body art filia-se a uma subjetividade romântica, que coloca o acento no artista: sua personalidade, biografia e ato criador. Retoma também as experiências pioneiras dos surrealistas e dadaístas de uso do corpo do artista como matéria da obra. Reedita ainda certas práticas utilizadas por sociedades “primitivas”, como pinturas corporais, tatuagens e inscrições diversas sobre o corpo.
(Santa Ceia)
Pode não ser um "rosto familiar", mas APOSTO que todos vocês já viram ao menos uma das obras feitas por este verdadeiro GÊNIO DA ILUSÃO ÓPTICA.
O trabalho feito por Beever se encaixa em algumas linguagens artísticas contemporâneas já estudadas em sala de aula, como: Graffiti, Intervenção Urbana...
